Author Archives: Francisco

capas de iPad das Havaianas

As Havaianas diver­si­fi­cam os seu pro­du­tos e apre­sen­tam capas para iPhone. Criadas com a mesma bor­ra­cha, o mesmo padrão tex­tu­rado e as mes­mas cores dos famo­sos chi­ne­los bra­si­lei­ros, estas capas darão um look diver­tido ao teu telemóvel.

www​.havai​a​nas​.com

Sequin — entrevista para a PARQ

Reconhecemos a voz de Ana Miró, aka Sequin, de temas como “Uadjit” ou “Tuareg”, ao lado do pro­du­tor por­tu­guês Jibóia. Agora a solo, Sequin estreou-​​se com o sin­gle “Beijing”, pri­meiro avanço do pro­jecto em nome pes­soal que des­brava os ter­re­nos da electro-​​pop. Os arran­jos noc­tur­nos da can­ção transportam-​​nos numa via­gem de dia­lec­tos asiá­ti­cos, synths club den­sos e opa­cos, como um céu car­re­gado de nuvens por onde irrompe a voz cris­ta­lina e lumi­nosa de Sequin, acres­cen­tando à pro­du­ção de Luis Lucena (SAUR, Lydia’s Sleep) uma dose extra de exo­tismo e sen­si­bi­li­dade. Parece que anda a tra­ba­lhar com o Moullinex, o que ali­ado à sua voz de veludo, pode catapultá-​​la para o pata­mar de can­tau­tora que a senhora merece. O disco de estreia, apon­tado para este ano, já tem nome Origami Boy, mas entre o pri­meiro sin­gle e a ver­são ultra-​​sexy de “Let’s Get Physical” de Olivia Newton-​​John, já per­ce­be­mos que será coisa boa. Para fãs da doçura cân­dida das Au Revoir Simone e da Disco pre­gui­çosa de Nite Jewel, Sequin é defi­ni­ti­va­mente um nome a man­ter no radar.

 

Que super-​​poder gos­ta­vas de ter?
Gostava de poder voar. Assim podia via­jar facil­mente e estar rapi­da­mente em qual­quer lado sem depen­der de nada nem de nin­guém. Seria uma forma de liberdade.

Qual foi a expe­ri­ên­cia mais emba­ra­çosa da tua vida?
Talvez a vez em que apos­tei a minha saia num jogo de Ping Pong e perdi.

O último filme com que cho­raste?
“A Minha Vida Sem Mim de Isabel Coixet.

Qual é a música que mais te enver­go­nhas de gos­tar?
Work it — Iggy Azalea.

Que músico gos­ta­vas de bei­jar?
Alex Turner.

Sequin foto­gra­fada por Mariana Yakobson e ves­tida por Tiago Ferreira: Camisa e cal­ças, G-​​Star, blu­são Diesel, ténis Adidas Originals

 

Padrões 3D manuais

A artista fran­cesa Maud Vantours esco­lheu os papeis de cor, a tesoura e a cola como ins­tru­men­tos pri­vi­le­gi­a­dos para pro­du­zir labo­ri­o­sos padrões que não dei­xam nin­guem indi­fe­rente. Feitos a mão, a artista cria for­mas que simu­lam o que hoje a téc­nica de  impres­são grá­fica 3D está a con­quis­tar. Contudo, não é a mesma coisa. Com  o trba­lho de Maud Vantours  as  for­mas cir­cu­la­res e geo­mé­tri­cas dão-​​nos  a impres­são de pro­fun­di­dade,  as  flo­res pare­cem ganhar volu­me­tria e as espi­rais ganham um efeito hipnótico.

http://​maud​van​tours​.com

 

 

Uma Casa Espelhada

Bernd Zimmermann trans­for­mou uma modesta casa dos anos 50 perto de Estugarda numa vis­toso lar para um jovem casal. Limitado a um pequeno talhão, pre­ser­vou os limi­tes e volu­me­tria da antiga casa mas tudo o resto alte­rou. O mais visi­vel é o polido reves­ti­mento metá­li­co­com um efeito reflec­tor que espe­lha todo o ambi­ente a volta. Referente a este tema o arqui­tecto pre­ten­dia que ocor­resse uma certa des­ma­te­ri­a­li­za­ção do edi­fi­cado. Para quem passa tem uma expe­ri­en­cia simi­lar a casa de espe­lhos de uma feira popu­lar onde o corpo apa­rece leve­mente distorcido

Cobrindo pare­des e telhado com as cha­pas metá­li­cas quase todas as jane­las exis­ten­tes foram fecha­das tendo pre­fe­rido criar novas aber­tu­ras de luz que se  nas tra­sei­ras ou no telhado. Em con­se­guen­cia tam­bém o inte­rior da casa sofreu gran­des  alte­ra­ções uma vez que que foi cri­ado ao cen­tro um grande pátio  com uma árvore que per­corre os três anda­res . Todas as divi­sões são vira­das para esse hall que se torna a prin­ci­pal entrada de luz natural.

www​.bernd​zim​mer​mann​-archi​tek​ten​.de

Patrick Church by Vania Pramova

A pro­pó­sito da expo­si­ção de Patrick Church na Wrong Weather, no Portoa Parq rea­li­zou um edi­to­rial de moda a par­tir dos dese­nhos sobre casa­cos de cabe­dal do artista.  Natu­ralidade trans­pa­rên­cia e rea­lismo, ori­en­tou este tra­ba­lho para ir ao encon­tro da ver­tente docu­men­tal no tra­ba­lho de Patrick Church.

www​.wrongwe​ather​.com

 

 

Fotografia: Vania Pramova

Styling: Tiago Ferreira assis­tido por: Maria Féria

Make-​​up: Sandra Alves

Modelos: Marlon @ Just models e Yuka @ Elite Lisbon

 

Casacos de Cabedal de Patrick Church  com gorro + cal­ças: A.P.C para a Carhartt