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Jean-​​Paul Gualtier e Eastpack para a Designers Against AIDS (DAA) (DAA)

Jean Paul Gaultier e a Eastpak juntaram-​​se em torno da ques­tão do HIV/​AIDS. Tudo come­çou com um sim­ples saco que Jean Paul Gualtier criou no ambito da 4ª edi­ção da Eastpak Artist Studio que foi inse­rido no pro­grama Designers Against AIDS (DAA).  A par­tir daí sur­giu a ideia de alar­gar a cola­bo­ra­ção e rea­li­zar uma pequena colec­ção res­trita que apa­rece agora com 7 mode­los.  Três deles serão ainda mais exclu­si­vos, terão edi­ções nume­ra­das muito limitadas.

Os sete mode­los aca­bam por ser inter­pre­ta­ções do uni­verso de Gualtier que tra­ba­lhou nume­ro­sas vezes nas suas colec­ções. A pri­meira refe­ren­cia e tal­vez mais habi­tual é o cor­set, mas tam­bém o casaco de cabe­dal dos moto­ci­clis­tas e o Bomber e os jeans como refe­ren­cia à juven­tude e cul­tura urbana.

Os 3 mode­los mais exclu­si­vos apa­re­cem em lojas selec­ci­o­na­das já em Fevereiro e a res­tante de forma mais alar­gada em Abril.

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Pharrell Williams x Adidas Originals — Um arco-​​iris de cores Happy

Pharrell Williams con­tina a par­ce­ria com a adi­das Originals que por enquento se man­tém cen­trada no modelo SuperStar. Desta vez vem pro­por novas edi­ções mono­cro­má­ti­cas em quase todas as cores. Basicamante recor­reu a uma paleta Pantone e esco­lheu as suas cores pre­fe­rei­das. E são mesmo mui­tas e a selec­ção é de babar. Ou seja, o des­fe­cho para ti só pode ser inva­ri­a­vel­mente Happy pois é pra­ti­ca­mente  impos­si­vel que o can­tor não tenha acer­tado na tua cor favorita.

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Já se sabe que Pharell Willians é uma máquina de comu­ni­ca­ção e as pri­mei­ras ima­gens da colec­ção che­ga­ram pelo seu Instagram onde o pode­mos ver sen­tado ao cen­tro das 40 cores dos novos SuperStar. Até onde con­se­gui­mos ver, a pal­mi­lha apa­rece com as duas fai­xas da igual­dade tal como apa­re­ceu na edi­ção pro­posta na esta­ção pas­sada . Já o mesmo sím­bolo no cal­ca­nhar perde agora relevância.

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A adi­das Originals decla­rou que o lan­ça­mento ofi­cial será em março de 2015.

www​.adi​da​so​ri​gi​nals​.com

KTZ Fall 2015 : Não para de nos surpreender

A marca que merece maior des­ta­que do con­junto apre­sen­ta­ções rea­li­za­das na última London col­lec­tion é a KTZ, desen­vol­vida pela dupla Marjan Pejoski e Koji Maruyama. Primeiro que tudo por ser a mais sur­pre­en­dente , aquela que tam­bém tem tido uma evo­lu­ção mais rápida. Se há qua­tro esta­ções nos pode­ria pare­cer algo inde­fi­nido e mar­gi­nal, hoje grande parte dos crí­ti­cos mais argu­tos não param de aplaudir.

Uma coisa é certa, KTZ , na ati­tude, evoca-​​nos os pri­mór­dios da moda Inglesa que nos anos 80 tinha como prin­ci­pal palco a cena do club­bing. As ten­dên­cias musi­cais dita­vam novas expres­sões visu­ais a con­di­zer. Vestir para impres­si­o­nar como estra­té­gia da afir­ma­ção indi­vi­dual era em geral o lema dessa gera­ção. Foi a par­tir dessa cul­tura ali­men­tada pela tra­di­ção Punk e pelos Neo-​​Romanticos que se for­ma­ram nomes como Alexander McQueen e John Galliano. Em ambos a moda ganha tea­tra­li­dade e a pala­vra excesso é banida.

Posto isto tal­vez até seja mais fácil de enten­der a KTZ. Obsorve o pano­rama da noite lon­drina e devolve-​​nos cri­a­ções que ultra­pas­sam a bana­li­dade das suas refe­ren­cias. Se por um lado temos o retorno da cul­tura ski­nhead por outro encon­tra­mos efei­tos étni­cos exó­ti­cos e padrões geo­me­tri­cos com refe­ren­cias a arte POP e tudo mis­tu­rado,  ape­nas seguindo a forma como a nossa cul­tura absorve a dis­pa­ri­dade sem qual­quer alu­são a con­tra­di­ções. Os refe­ren­tes aos ide­a­lis­mos tam­bém estão lá: Imagens de Mao, Lenine e Max misturam-​​se com outros logos esva­zi­a­dos de qual­quer sen­tido para além do seu valor folclórico.

Tudo isto faz com que a marca tenha uma grande acei­ta­ção entre os jovens ingle­ses e seja uma das mar­cas de refe­rên­cia para as figu­ras publi­cas mais alter­na­ti­vas, espe­ci­al­mente liga­das a música.

O SuperIntendente II : Filippo Fiumani

O Intendente tem uma roupa nova. Renovado, o largo prin­ci­pal faz-​​se hoje rodear por peque­nos espa­ços que tra­zem vida e cor a esta zona da cidade de Lisboa. E isso deve-​​se, em parte, aos mui­tos pro­je­tos que têm vindo a ser desen­vol­vi­dos pelos aman­tes do bairro. A PARQ foi saber quem são estes apai­xo­na­dos pelo Intendente e por que é que ten­tam a todo o custo sal­var a iden­ti­dade deste bairro a que cha­mam casa, ainda que alguns nem lá tenham nascido.

 

Filippo Fiumani – Designer

Italiano de ori­gem, Filippo veio para Portugal para tirar um mes­trado em Design no IADE e para tes­tar as ondas da costa por­tu­guesa. Ao Intendente che­gou, por acaso, em cima do seu skate, há coisa de três anos. É impos­sí­vel entrar na Casa Independente e não repa­rar no enorme mural à entrada, cuja pin­tura foi sati­ri­zada por Filippo. O acaso tornou-​​se hábito e por lá se man­tém por causa dos copos e para fazer tra­ba­lhos de Design. Pippo, como é conhe­cido por todos, pro­cura sem­pre abra­çar pro­je­tos pro­vo­can­tes e fres­cos que façam as pes­soas refe­tir. É obri­ga­tó­rio esprei­tar o seu site.

Texto de Beatriz Teixeira

Fotografia de Herberto Smith

Detalhes: http://​www​.fiu​mani​.it/ e no Facebook

O SuperIntendente I : A Casa Independente

O Intendente tem uma roupa nova. Renovado, o largo prin­ci­pal faz-​​se hoje rodear por peque­nos espa­ços que tra­zem vida e cor a esta zona da cidade de Lisboa. E isso deve-​​se, em parte, aos mui­tos pro­je­tos que têm vindo a ser desen­vol­vi­dos pelos aman­tes do bairro. A PARQ foi saber quem são estes apai­xo­na­dos pelo Intendente e por que é que ten­tam a todo o custo sal­var a iden­ti­dade deste bairro a que cha­mam casa, ainda que alguns nem lá tenham nascido.

 Patrícia e Inês — Casa Independente

Casa Independente é a segunda casa de Patrícia Craveiro Lopes e Inês Valdez e é suposto ser tam­bém o lar-​​doce-​​lar de quem a queira visi­tar. Com as por­tas sem­pre aber­tas, este é um espaço cul­tu­ral onde há con­cer­tos, workshops e até um ser­viço de cafe­ta­ria. Isto tudo com um gos­ti­nho aco­lhe­dor. As cadei­ras e sofás são da feira da ladra, o pátio tem flo­res, os bolos são casei­ros e a música é sem­pre dife­rente. Do reg­gae ao rock, pas­sando pelo funáná e não esque­cendo o hip hop, cada dia é uma sur­presa neste espaço, que tem como obje­tivo unir toda a gente, “do tipo fino ao gajo do Intendente”, usando as pala­vras de Patrícia e Inês.

Texto de Beatriz Teixeira

Fotografia de Herberto Smith

Detalhes: http://​www​.casain​de​pen​dente​.com/ e no Facebook