A banda canadiana é uma das boas surpresas deste início de trimestre, propondo um álbum mais maduro que o primeiro, indo atrás da corrente de dubstep que parece estar aí para ficar depois do grande sucesso de James Blake. Tal como o música britânico, os BADBADNOTGOOD que tinham como sucesso uma reinterpretaçãoTransmissions do Joy Division, voltam em BBNG, a enveredar por algumas versões de clássicos instrumentais. Só que desta vez com um som mais amadurecido onde juntam temas seus que encontram referencias em Herbie Hancock e Charles Mingus. Ou seja, um som mais maduro, ainda assim, enérgico e jovial .
O tom jazz de todo o álbum acaba por smisturae-se na perfeição com todos os outros géneros,como se pode verificar em Vices, composição que integra de maneira leve e graciosa um ritmo rock . O mesma para o longo Flashing Lights – original do álbum Graduation (2007) de Kanye West, que tem oito minutos de duração indo buscar referencias ao pós-rock de meados de 90, o que nos faz parecer um digno sucessor de Mogwai.


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