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Nuno Gama (entrevista)

Foram duas semanas intensivas de remodelação no número 46 da R. da Escola Politécnica em Lisboa (Príncipe Real) até que finalmente no dia 26 de Abril abriu portas a nova loja de Nuno Gama onde o tom ver acinzentado destaca os mosaicos coloridos.

Porquê mosaicos de Estremoz?

Amores à 1º vista, pela magnífica arte em extinção em que o Mestre Zagalo, surge como um dos expoentes máximos deste patchwork feito á mão. Num espaço tão uniforme, em que todos os elementos forma neutralizados pela pintura num verde tropa acinzentado, estes mosaicos montados nas paletes, como uma manta de retalhos, introduzem um apontamento de cor que ajudam a introduzir as cores das colecções, sem se contraporem.

Qual foi o conceito a trás da loja?

Um espaço masculino, que fosse funcional e que “fala-se” de alguma forma da alma Lusitana. O que se pretende é um espaço que seja o carácter da Marca Nuno Gama, simples, mas ao mesmo tempo sofisticado, dentro de um espírito Industrial Urbano, contemporâneo.

 

 

O que mudou o teu trabalho ter este novo espaço?

 Apenas mudámos de área geográfica, porque o trabalho é idêntico. Mas novos clientes implica uma maior disponibilidade da minha parte.

Sentes uma relação mais próxima com o público?

Bastante mesmo e acho que isso contribuiu para a realidade do meu conceito de Marca.

Qual é o teu canto preferido na loja?

A Maria Gama elegeu o mega sofá das Las Kasas.

Eu gosto de tudo e com muita coisa a melhorar ainda.

Onde se vê a assinatura Nuno Gama, sem contar com a roupa claro?

Em todas as veias desta loja.

 

 

Por. Margarida Brito Paes

 

Francisco Vaz Fernandes
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