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COSMODROME: cool e club kids, astronautas e electrónica no MUSICBOX

Nasceu uma nova editora em Portugal e com ela levantou voo uma nova e entusiasmante festa, a editora Shift Imprint (https://www.facebook.com/shiftimprint/) apresenta a COSMODROME (https://www.facebook.com/events/346511138805820/)  no MUSICBOX LISBOA já na próxima sexta-feira 27 de Maio.  Robert Drewek Viste o filme “Party Monster”...

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El Clandestino

‘Ceci n’est pas une restaurante clandestino’ poderia ser a legenda de uma fotografia do El Clandestino. O novo espaço - que de ilegal não tem nada – abriu em novembro, algures na fronteira entre o Bairro Alto e o Príncipe...

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Subir ao Topo, porque não?

No Topo Restaurantes em topos de edifícios com grandes vistas sobre Lisboa não há muitos, uma insuficiência pouco natural dada a topografia da nossa capital. Talvez por isso, o Topo só venha frisar essa singularidade. Diríamos que seria a primeira, porque...

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NOS Alive 2015

Mesmo sem ter acabado com o mesmo fôlego com que começou, o NOS Alive manteve coerência no número de espectadores dos três dias e na qualidade das actuações. Começando com Muse, que estarão certamente cada vez mais próximos de serem para...

World Class Bartender of the Year Portugal 2015_Zé Maria Robertson (8)

Zé Robertson eleito o Melhor Bartender Português

Zé Maria Robertson é o vencedor da primeira edição nacional do World Class, sagrando-se assim o Melhor Bartender Português. O bartender do CINCO Lounge, em Lisboa, foi o que melhor deu resposta aos dois desafios que puseram à prova as habilidades, conhecimentos e criatividade dos participantes, ganhando automaticamente o passaporte para representar Portugal na final mundial da competição. 

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Os Arquitetos da Noite

Quando a prioridade é reciclar a garrafinha de plástico que temos lá em casa para a atestar com a fusão da vodka e do sumo de limão, ou fazer aquela visita de médico aos messiânicos monhés para granjear a litrosa por menos de dois euros, deixamos de perceber ao certo que lugar ocupa a música numa noitada. O programa das festas nas noites portuguesas, em particular nas lisboetas, tende a encaminhar-se para dois destinos: o do clubbing enfadonho, com uma oferta musical à base do mainstream, selecionada por um DJ (com o titânico decote em V) a fazer figura de corpo presente, perante uma audiência lasciva que, mais do que dançar, esfrega os rabos por onde passa; ou o do ‘bairro-alting’, qual romaria que repousa no capô dos carros alheios ou nos degraus vomitados, em conversas demoradas, de copo na mão, indispondo a vizinhança insone.

A dicotomia entre nomadismo e sedentarismo pode dissolver-se com uma programação noturna mais inovadora, assente numa agenda de entretenimento eclética, que canalize as energias gastas no engate e na bezana para uma diversão empolgante mas, ao mesmo tempo, inteligente. É preciso catalisar novas criações, sobretudo as mais subversivas e periféricas, e trazê-las para o centro do debate de uma noite cuja virtude reside na heterogeneidade. Pelo menos, é esta a missão com a qual os novos promotores independentes se estão a comprometer. Pedras no caminho? Falta de espaços adequados, falta de patrocínios, exigência de resultados imediatos, saturação do mercado e, em alguns casos, discriminação de género. Um dia, eles vão construir uma editora. Para alguns, esse dia já chegou.