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LIVE IN LEVI’S, histórias de fãs apaixonados

Inspirada em milhões de his­tó­rias con­ta­das pelos fãs da Levi’s, a nova cam­pa­nha da marca, Live in Levi’s, cele­bra os momen­tos vivi­dos lado a lado com os seus fãs. É uma cam­pa­nha sobre todos aque­les que as ves­tem, as amam, lava­das ou não, cele­brando assim a indi­vi­du­a­li­dade de todos os que vivem e se diver­tem no dia-​​a-​​dia com as suas Levi’s. Algumas des­sas his­tó­rias foram sele­ci­o­na­das para o vídeo pro­mo­ci­o­nal da cam­pa­nha gra­vado em Nova Iorque, Londres, Paris, Tóquio e Xangai, mar­cado por regis­tos cru­za­dos que expres­sam a par­ti­cu­la­ri­dade com que cada um vive a Levi’s. No entanto, a marca pre­tende levar esse desa­fio mais longe, con­vi­dando todos os fãs a par­ti­lhar as his­tó­rias que vive­ram com as suas jeans. Tu podes par­ti­ci­par e para fazer parte desta rede de his­tó­rias, basta par­ti­lhar a tua ima­gem e his­tó­ria atra­vés da uti­li­za­ção do hash­tag #LiveInLevis no Facebook, Twitter, Instagram e Weibo.

 A Parq Magazine foi ‘esca­var’ as his­tó­rias que algu­mas figu­ras que nos ins­pi­ram par­ti­lham com esta marca icó­nica: Carolina Mencia, Filipe Faísca, Nicolai Sarbib, Manuela Oliveira, Tamara Alves, mas que­re­mos que outros fãs da Parq e da Levi’s par­ti­lhem no nosso face­book as suas histórias.

Descobre como o mundo vive LEVI’S. Contribui com as tuas his­tó­rias e mos­tra à Levi’s® e ao mundo como #LIVEINLEVIS.

Nicolai Sarbib (Dj e Produtor de Música) com Levis 511

Cresci a andar de skate e, uma boa parte da minha ado­les­cên­cia foi pas­sada a ouvir punk. Com 14 anos lembro-​​­me de rou­bar as Levi’s 501 da minha mãe. Pedia-​​­lhe para apertá-​​­las para con­se­guir aquele look algu­res entre Dee Dee Ramone e puto magri­nho alto cuja roupa já não lhe serve, o que era visto como estra­nho por algu­mas pes­soas, numa altura em que a moda era o oposto.

Passados alguns anos numa via­gem a N.Y. des­co­bri as 510 e as 511, pas­sei a pedir para me tra­ze­rem sem­pre cal­ças de lá. Até hoje, são os mode­los que visto e uso até se desin­te­gra­rem e chei­ra­rem pior que qual­quer Ramone.


Manuela Oliveira (RP ModaLisboa) com shorts Levis 501

Os meus pri­mei­ros shorts foram uns jeans Levis 501 impor­ta­dos dos EUA. Um pre­sente do meu tio que vivia em Nova Iorque e me tra­zia regu­lar­mente roupa da Levi’s. Ter umas 501 era um Must Have e só se tor­na­ram uns shorts por aci­dente — uma his­tó­ria trá­gica mas que agora tem piada.

Um dia saí de manhã para a escola, na minha ace­lera, e fui atro­pe­lada por um carro. Foi um aci­dente bas­tante apa­ra­toso. A mota ficou uma lás­tima, o meu joe­lho em estado grave, mas, o que me par­tiu o cora­ção, foi ver como esta­vam as minhas jeans novi­nhas em folha. Nem o facto de não ter carta, o que me cau­sa­ria um grande pro­blema com a polí­cia e com o seguro, me cau­sou tama­nha ansi­e­dade. As minhas cal­ças des­truí­das no joe­lho, isso sim, foi uma fata­li­dade. Compensada gra­ças aos dotes de cos­tu­reira da minha que­rida avó que trans­for­mou as pre­ci­o­sas cal­ças nuns cal­ções que devo ter usado durante 15 anos!!!

Tamara Alves (Artista Plástica) com blu­são Levis

Aos 18 anos, antes de sair de casa para ir estu­dar, estava com o meu pai sen­tada à mesa quando ele me deu dois con­se­lhos de pai para filha que, segundo ele, o aju­da­ram imenso quando tinha ido estu­dar fora de casa.

Disse-​​­me: ­ “Se um dia pre­ci­sa­res de alguma roupa pas­sada a ferro pões debaixo do col­chão, sentas­te um pouco à espera e tens o pro­blema resol­vido.” O segundo con­se­lho foi um pouco mais útil tendo em conta que eu não ligo a roupa direi­ti­nha: ­ “Só pre­ci­sas de lavar as tuas gan­gas quando elas se aguen­ta­rem de pé.” E nesse dia deu­-​​me o seu casaco de ganga da Levis que usava quase todos os dias e que sem­pre disse ter com­prado no dia em que eu nasci. Acho que nunca o lavei.

Carolina Mencia (Trendsetter) com camisa Levis

A minha his­tó­ria com a Levis come­çou aos 15 anos, quando recebi as minhas pri­mei­ras 501. Nasceu, então, uma rela­ção de cum­pli­ci­dade que mesmo depois de ficar demodé, não con­se­guiu que me des­li­gasse total­mente delas. Fui então modi­fi­cando o seu design ori­gi­nal, até por­que desde bem jovem estava a inserir-​​­me no movi­mento punk e do “d.i.y” (do it your­self), influên­cias que vinham da minha mãe.

Ao longo dos anos as minhas Levis sofre­ram imen­sos pro­ces­sos de trans­for­ma­ção. Foram skinny, boy­fri­end, com ras­gões na perna para dar um ar punk, até um dia se trans­for­ma­rem num short que, em pouco tempo, se trans­for­mou numa saia. Apesar de ter tido outras peças da Levis, sinto que a pri­meira foi a peça mais sig­ni­fi­ca­tiva, pois esteve pre­sente em vários momen­tos mar­can­tes da minha vida.

Filipe Faísca (Designer de Moda) com Levis 501

Pedem-​​­me que fale de ti,/ E embarga­s-​​­me a voz!/ Deito-​​­te na minha cama, já acordada,/ Para poder apre­ciar esse corpo, já usado./ Mexo-​​­te, olho-​​­te de frente e viro-​​­te do avesso.

As memó­rias que se aproximam,/ São tantas,/ Que as pala­vras atropelam-​​­se na minha boca,/ Ainda fechada,/ E tei­mam em esvair­-​​se pelo tre­mor da minha emoção.

Acompanhas-​​­me há tan­tos anos,/ Distanciar-​​­me para falar de ti,/ É afastar-​​­me e igno­rar a minha pró­pria vivência.

Só não recordo se já nasci con­tigo colada ao meu corpo,/ Nos demais momentos,/ Recordo­-​​me de mim,/ Vestido em ti!

texto de Vânia Marinho

foto­gra­fia de Maria Rita

Styling de Tiago Ferreira assis­tido por Maria Feria

maqui­lha­gem Sandra Alves

Promessas no design de moda português

“Sangue Novo” e “Bloom”. Dois even­tos a reter se qui­ser­mos dei­tar o olho e a pai­xão a novos talen­tos a fer­vi­lhar em ter­ras lusas. Organizadas pela ModaLisboa e pelo Portugal Fashion, res­pe­ti­va­mente, estas duas mos­tras acon­te­cem em par­ce­ria com esco­las que apos­tam na pra­ti­ci­dade, na expo­si­ção e no lan­ça­mento dos alu­nos que apre­sen­tam um grande poten­cial. Teresa Carvalheira, O Simone, Catarina Oliveira e Cristina Oliveira cap­ta­ram a aten­ção da Parq e assim cons­ti­tuem a sele­ção de talen­tos pro­mis­so­res desta publicação.

Teresa Carvalheira, de Lisboa, formou-​​se no Modatex e tra­ba­lha, con­ce­tu­al­mente, ligada à forma, ao movi­mento, à expres­são do corpo, do género e da iden­ti­dade individual.

O Simone, pro­jeto apre­sen­tado no Bloom, resulta de uma ideia cri­ada na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa em par­ce­ria com o MUDE. Este é um pro­jeto com uma expres­são gri­tante, que conta a mulher e a cul­tura por­tu­guesa com um toque de auten­ti­ci­dade e inovação.

Catarina Oliveira, nas­cida em Viana do Castelo, apresenta-​​se no Sangue Novo com um tra­ba­lho que reflete a com­ple­xi­dade das for­mas, a meta­mor­fose dos con­cei­tos, a liber­ta­ção do instaurado.

Cristina Real foi aluna do Modatex e dá car­tas no Sangue Novo. O tra­ba­lho da desig­ner é ins­pi­rado nas men­tes e nos cor­pos que espe­ram ser com­ple­tos por diver­sos ele­men­tos com­ple­xos e sim­ples. As tex­tu­ras e a dico­to­mia textura/​cor são uma grande mais-​​valia deste projeto.

Texto Ana Margarida Meira

Fotografia: Ana Luísa Silva

Realização: Tiago Ferreira

Assistente: Maria Féria

Maquilhagem: Sandra Alves

Manequins: Rodrigo Braz e Klisman Rodrigues @ wearemodels

 foto 1 O Simone (Fernando Domingues) e Teresa Carvalheira

Fernando Domingues e Teresa Carvalheira com t-​​shirts CRIMINAL DAMAGE

foto 2 Cristina Real e Catarina Oliveira

Cristina Real com t-​​shirt CRIMINAL DAMAGE, sapa­tos ALEXANDRA MOURAGOLDMUD

foto 3 Busto com cri­a­ção de O SIMONE e mane­quim com cri­a­ção de Teresa Carvalheira

foto 4 Manequim com cri­a­ção de Catarina Oliveira e busto com cri­a­ção de Cristina Real

 

ModaLisboa procura sangue novo


A ModaLisboa con­ti­nua a sua aposta na des­co­berta e pro­mo­ção de novos talen­tos da Moda Portuguesa atra­vés da pla­ta­forma Sangue Novo. As ins­cri­ções para par­ti­ci­par no pró­ximo Sangue Novo, a rea­li­zar em março de 2014, inte­grado na ModaLisboa – Lisboa Fashion Week, decor­rem até ao dia 30 DE DEZEMBRO DE 2013.

REGULAMENTO

1. PARTICIPANTES

Todos os alu­nos por­tu­gue­ses fina­lis­tas de Cursos de Design de Moda de esco­las naci­o­nais ou inter­na­ci­o­nais e jovens desig­ners de moda que já tenham ter­mi­nado a sua for­ma­ção e este­jam atu­al­mente a ini­ciar a sua marca.

2. CANDIDATURAS

Cada can­di­dato deverá entre­gar um pro­jeto ori­gi­nal desen­vol­vido espe­ci­al­mente para apre­sen­tar no Sangue Novo, de Homem e/​ou Senhora, Outono/​Inverno 2014/​15, que deverá compreender:

- Curriculum Vitae;
– Mood board e texto intro­du­tó­rio /​ con­ceito que apoie e fun­da­mente o pro­jeto (máximo de 600 carac­te­res com espa­ços);
– Ilustrações dos coor­de­na­dos pro­pos­tos: entre 6 e 10;
– Desenhos pla­nos ou téc­ni­cos com todas as espe­ci­fi­ca­ções neces­sá­rias para uma boa com­pre­en­são de cada peça;
– Breves memó­rias des­cri­ti­vas das peças;
– Paleta de cor e amos­tras digi­ta­li­za­das dos mate­ri­ais esco­lhi­dos;
– Comprovativo de frequên­cia de uma escola de Design de Moda ou Certificado de Habilitações /​ Diploma;
– Contactos (nome, tele­fone, morada e e-​​mail)

Data limite de entrega: Os pro­je­tos devem ser envi­a­dos em for­mato digi­tal (pdf) para o e-​​mail: modalisboa@​modalisboa.​pt, até às 17h00 de 30 DE DEZEMBRO DE 2013 (segunda-​​feira).

Os can­di­da­tos são res­pon­sá­veis pela vera­ci­dade das infor­ma­ções envi­a­das, podendo, no caso de qual­quer irre­gu­la­ri­dade, ser anu­lada a sua par­ti­ci­pa­ção no Sangue Novo.

3. SELEÇÃO DE PROJETOS

De todos os pro­je­tos rece­ci­o­na­dos, a ModaLisboa sele­ci­o­nará no máximo 10, após apre­ci­a­ção indi­vi­dual de cada pro­jeto ao nível de con­ceito, design, cores e matérias-​​primas.

Os can­di­da­tos sele­ci­o­na­dos serão con­tac­ta­dos até ao dia 15 DE JANEIRO DE 2014.

4. APRESENTAÇÃO PÚBLICA

A apre­sen­ta­ção pública dos pro­je­tos realizar-​​se-​​á no des­file Sangue Novo inte­grado na 42ª Edição da ModaLisboa – Lisboa Fashion Week, em Março de 2014. A Associação ModaLisboa assume as des­pe­sas rela­ti­vas ao des­file — pro­du­ção, cas­ting, maqui­lha­gem, cabe­los — ficando a pro­du­ção da cole­ção e res­pe­tivo sty­ling a cargo de cada par­ti­ci­pante. A ModaLisboa rea­li­zará igual­mente a pro­mo­ção do Sangue Novo e dos seus par­ti­ci­pan­tes junto dos media naci­o­nais e inter­na­ci­o­nais, pro­fis­si­o­nais do setor de moda e público em geral.

5. DIREITOS DE AUTOR

Os auto­res têm ple­nos direi­tos sobre a auto­ria dos seus pro­je­tos, sendo os seus pro­pri­e­tá­rios legais. A ModaLisboa reserva-​​se, porém, no direito de uti­li­zar foto­gra­fias, dese­nhos, ima­gens de vídeo e infor­ma­ção neces­sá­ria para a comu­ni­ca­ção e pro­mo­ção do Sangue Novo, das cole­ções apre­sen­ta­das e dos desig­ners participantes.

ModaLisboa Ever.Now By Maria Meyer

 Maria Meyer esteve nos bas­ti­do­res da ModaLisboa e criou uma espé­cie de anti-​​retratos tendo por mote o tema dasta edi­ção da ModaLisboa, “Ever.Now”

Criou a más­cara de um gato preto e outro dou­rado uni­dos por um fio, pro­pondo uma refle­xão sobre sig­ni­fi­cado da moda na nossa vida. Para Maria Meyer o tema Ever.Now, reme­tendo para opos­tos fez-​​lhe lem­brar a expe­ri­ên­cia desen­vol­vida por Schrödinger que atra­vés de fór­mu­las ten­tava pro­var que era pos­sí­vel man­ter um gato vivo e morto ao mesmo tempo den­tro de uma caixa. E isso por­que, ” a morte sim­bo­liza na nossa soci­e­dade a eter­ni­dade das coi­sas, e a Vida o momento pre­sente. Na moda tal­vez as linhas de tempo mais rápi­das pos­sam ser as fashion weeks ou as resort col­lec­ti­ons, mas exis­tem linhas de tempo bem mais len­tas, e existe uma que chega a tocar a eter­ni­dade, que é o facto de a moda, inde­pen­den­te­mente das suces­si­vas mudan­ças, será sem­pre um fac­tor cons­tante enrai­zado na nossa sociedade.”

 

ModaLisboa x Backstage by Sara Pinheiro

O backs­tage des­perta  sem­pre grande curi­o­si­dade pelo facto de ser o espaço onde o público não tem direito a entrar. No entanto, é ai que tudo acon­tece para que tudo seja per­feito e por isso todas as emo­ções dis­pa­res andam a flor da pele. Temos momen­tos de abso­luta  ten­são e mui­tos outros de des­con­tra­ção e cama­ra­da­gem. Sara Pinheiro con­vi­veu com os pro­fis­si­o­nais que fazem a ModaLisboa e deixou-​​nos um retrato foto­grá­fico dos 3 dias. (www​.fb​.com/​s​a​r​a​p​i​n​h​e​i​r​o​.​art)